sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Damien Hirst

End of an Era, 2009
Bull's head, gold, gold-plated steel, glass and formaldehyde solution with a Carrara marble (213.4 x 171 x 97.2 cm)



Vista da exposição


Painful Memories/Forgotten Tears, 2008
Gold plated, glass and Cubic ZirconiaDiptych.

Acabo de voltar de NY, então nos próximos posts vou contar um pouco do que vi durante esta viagem.
Entre arte e arquitetura escolho começar falando da exposição que vi do Damien Hirst na Gagosian Gallery.
Desde que soube que durante minnha estadia em NY estaria acontecendo uma exposição de Hirst, fiz questão de me organizar para ir visitá-la. Não por que ele seja um artista do meu gosto, mas porque queria ver de perto as obras de um dos artistas mais caros e polêmicos da atualidade, e então, poder fazer minhas próprias críticas.

A principal obra exposta, End of an Era, é a cabeça de um boi submersa em um aquário de ouro e formol sob um totem de mármore, de fato não é só chocante.
Junto com o impacto de ver um animal morto, a obra me fez pensar na forma como enxergamos a morte (e porque não também a vida)...de fato aquela cabeça era bela e não estava ali para atormentar.

Já as vitrines de diamantes me deixaram desconfortável, e criaram um clima de ostentação insuportável. Este tipo de trabalho sempre me remete aquelas questões: o que é arte comtemporânea? Vale tudo mesmo? É uma brincadeira?

No outro andar estavam as famosas mandalas de borboletas mortas, as vitrines de medicamentos de Damien Hirst.

Seus armários com a arrumação impecável de uma série de remédios e instrumentos cirúrgicos, não me entusiasmaram muito. Acredito que a intenção (já que Hirst está em constante diálogo com a morte) seja mostrar a luta invencível do ser humano contra a enfermidade, a decadência e por fim, a morte.
Gostando ou não, de fato vale a pena ver uma exposição de Damien Hirst.
Quem passar por NY deve conferir a exposição que fica na Gagosian da Madson Avenue até dia 06 de março.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Terrain Vague

Ao refletirmos sobre as distintas interpretações da palavra “vague”, nos deparamos com o incerto, o impreciso, o sem limite, o inabitado, o vago. Estes termos nos levam a uma leitura negativa, mas deve-se destacar o que há de mais rico no terrain vague, seu aspecto livre. Porque mesmo que o terrain vague, como todos os outros terrenos, seja um local delineado e definido em relação aos seus limites e aspectos morfológicos, ele é livre de determinações e usos, sem a pretensão- ou planos- de um futuro.

“A relação entre a ausência de uso, de atividade e o sentido de liberdade, de expectativa é fundamental para entender toda a potência evocativa que os terrain vague das cidades tem na percepção da mesma nos últimos anos. Vazio, por tanto, como ausência, mas também como promessa, como encontro, como espaço do possível, expectativa.”
Solà-Morales.Territorios,1996

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vendido!!!


Planos II, 2010
Pintura em tinta acrílica e linha de costura preta.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010


Planos I 2009
Pintura em tinta acrílica e linha de costura

domingo, 10 de janeiro de 2010


Cotidiano I 2008
Tinta acrílica sobre tela
150x130 cm

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010


Costureira 2009
Gravura em metal 15 x 20cm

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010




Cuanto vale un Sol? 2008
29,7 x 42cm
Serigrafia feita em parceria com o fotógrafo Demian Jacob.